Saluel Saúde
Pilar 2 · tarefa 1 · Ciclo 1

Sua cidade
tem

O que a gente fala, para quem, e o que sai publicado neste ciclo. São doze ciclos por ano, um por mês: cada um é uma campanha que roda, é medida e ensina o próximo.

Ciclo 1 de 12 · agosto de 2026
7Tima × Saluel Saúde · Gustavo
O alvo

O que agosto precisa resolver

O piso a construir
R$ 60 mil/mês
Não é bater recorde. É fazer o pior mês parar de ser R$ 6 mil.
Ciclo 1
Mês 1
R$ 5,7 mil
o começo
Mês 2
R$ 50 mil
o pico · +777%
Mês 3
R$ 6 mil
a queda · −88%

Uma serra, não uma curva: um mês puxado por ticket alto, um mês vazio. É a assinatura de um negócio que depende de quem aparece, não de quem é atraído. O objetivo não é bater recorde, é construir um piso, para o pior mês parar de ser R$ 6 mil.

O gargalo, na fala do Gustavo

"O problema não é gestão nem operação, é começo. Ninguém sabe que a gente existe."

Isso define tudo: o ataque é a conhecimento, não a conversão. Quando o paciente chega na Saluel, ele fecha. O buraco está antes.

Este é o Pilar 2, tarefa 1 do método CLQ: a decisão de tema e narrativa central da campanha. As ações comerciais do dia a dia ficam no documento O Comercial.
Como funciona

Doze ciclos por ano

Um ciclo por mês. Cada ciclo é uma campanha completa que roda, é medida e ensina alguma coisa. O ciclo seguinte não começa do zero: começa do que o anterior descobriu.

Aposta

O ciclo entra com um tema e um conjunto de hipóteses sobre o que vai funcionar.

Produção

Oito peças saem de uma diária de gravação, distribuídas entre os pilares.

Leitura

Toda semana, o que performou e o que não performou. Não se espera o mês fechar para corrigir.

Aprendizado

O que funcionou vira regra do próximo ciclo. O que não funcionou sai. É assim que o método fica mais preciso a cada mês.

O que o Ciclo 1 está testando

A Saluel não tem histórico próprio, então tudo aqui é hipótese até o primeiro número chegar. Estas são as apostas que agosto vai confirmar ou derrubar:

HipóteseComo se confirma
H1. "Sair da cidade para se tratar" é o gancho de maior alcanceAlcance em contas não seguidoras nas peças do pilar 1
H2. Clareamento é a porta de entrada mais barataCusto por lead comparado ao do protocolo
H3. O rosto do Gustavo performa melhor que peça sem rostoRetenção e comentários, comparando os pilares 1 e 2 com o 5
H4. O especialista assinando gera mais confiançaSalvamentos e conversas iniciadas nas peças do pilar 3
H5. A objeção do medo trava mais que a do preçoVolume de resposta nas peças do pilar 5
A regra do ciclo: a hipótese que se confirmar ganha peso no Ciclo 2; a que se derrubar sai. Nenhuma peça de agosto é definitiva, e tudo bem: o objetivo do primeiro ciclo é descobrir, não acertar de primeira.
Para quem

A família que sai da cidade

Recorte preciso dentro do avatar do dossiê. Não é o avatar inteiro.

Mora em São Roque ou nos condomínios do entorno, renda média para alta. Já pega estrada para Sorocaba, Alphaville ou São Paulo para resolver saúde, e acha isso normal. Não é o ultra rico que busca nome famoso, nem quem escolhe pelo mais barato: é o meio termo que quer qualidade e confia em marca. Decide por confiança e costuma levar a família junto. Prova de que esse público existe aqui: a academia Lorde, premium para a região, teve procura muito acima do esperado.

A dorA objeção que trava
Ser tratado como número: sala cheia, agenda de 10 em 10 minutos"Vão me empurrar tratamento que eu não preciso"
Precisar sair da cidade para tudo que é bom"Em São Roque não tem esse nível"
A prótese que solta na hora de comer ou falar"Já tentei antes e não deu certo"
Medo de dentista e do julgamento"Vai doer" e "vou ser julgado"
A objeção mais cara é a segunda. Enquanto o público acreditar que o bom está fora da cidade, nenhuma oferta funciona. Ela é o alvo número um do conteúdo de topo.
A mensagem

O tema

Tema do Ciclo 1 · agosto

Sua cidade tem.

São Roque se acostumou a buscar fora o que é bom: roupa em Sorocaba, serviço no Catarina, saúde em São Paulo. Virou hábito, e o hábito virou crença. A Saluel existe para provar que a conta não fecha mais.

E o que ela traz não é só endereço novo: é um jeito de cuidar em que a pessoa é prioridade, com um especialista de excelência para cada necessidade, num lugar só.

Por que este e não outro. É fala literal do avatar, então não precisa educar ninguém sobre a dor. Roda com o que já existe (rosto do Gustavo, especialistas, bastidor), sem depender de prova social que a clínica ainda não tem. E é grande o bastante para sustentar mais de um ciclo: um tema pode atravessar vários meses, enquanto os testes de cada ciclo vão afinando como ele é dito.

O que o tema não é: bairrismo nem "prestigie o comércio local". A promessa não é conveniência, é excelência que por acaso fica perto. Primeiro o padrão, depois o CEP.
Frases-âncora
Sua cidade tem.
Aqui, você é prioridade. Não número.
Tem gente que trata dente. A gente trata gente.
Um especialista para cada necessidade, num lugar só.
O que se vende

A oferta

O que a campanha vende, na prática, é uma avaliação. O paciente entra pela queixa dele e a Saluel resolve o resto ali dentro.

DegrauPapelVerba
ClareamentoCaptação. Desejo alto, decisão rápida, traz volume e caixa40%
Lentes e laminadosDesejo. Ticket médio, ciclo mais longo25%
Protocolo de carga imediataTransformação. Ticket alto e a história mais forte da marca35%
Nenhuma peça pública leva preço. A margem do clareamento permitiria campanha agressiva de preço, mas o Código de Ética Odontológica trata anúncio de preço, desconto e condição de pagamento como concorrência desleal, e o risco recai sobre o profissional que assina. O anúncio comunica a transformação e convida para avaliação; o valor é passado no atendimento, um a um. Mesma trava para antes e depois, promessa de resultado e peça clínica sem o registro do responsável.
Os assuntos

5 pilares de conteúdo

Cada peça nasce de um deles. Cada um tem dono, porque o Gustavo não fala de clínica: ele não é dentista e não tem registro em conselho.

#PilarCamadaQuem protagoniza
1Sua cidade tem
O que existe em São Roque que o morador não sabia: estrutura, equipamentos, cada especialidade que chega
C1Gustavo
2Gente, não dor de dente
Cultura, bastidor, o tempo de consulta, como a casa recebe. O anti linha de produção
C1 e C2Gustavo
3Um especialista para cada
Cada profissional se apresenta: o que faz e para quem faz. O hub deixando de ser conceito
C2Especialista, com registro
4A vida de volta
A transformação. Casos, depoimentos, o que muda no dia seguinte
C2 e C3Paciente e especialista
5Sem medo
Medo de dentista, "vai doer", "já tentei antes", como é a primeira visita
C2 e C3Especialista
Mix deste ciclo
C1 · Topo
40%
C2 · Meio
35%
C3 · Fundo
25%

A Saluel é desconhecida, então o topo pesa mais neste ciclo. Conforme o público for aquecendo, o peso desce para o meio e o fundo.

Os dois perfis

Saluel: a clínica. Autoridade, especialistas, transformação, objeção (pilares 1, 3, 4, 5). Gustavo: o dono. Bastidor, cultura, construção do negócio (pilares 1 e 2), na lógica do João Adib para a CIMED. Nunca o mesmo post nos dois, e o perfil dele não publica conteúdo clínico.

A produção

As 8 peças de agosto

6 reels, 1 carrossel e 1 estático, saindo de uma diária de gravação. Na ordem de publicação.

1

Sua cidade tem.

A frase do ciclo, sozinha, na identidade da marca. Posicionamento puro, sem oferta. Abre o mês nos dois perfis.

Estático · pilar 1 · C1

2

O que você foi buscar fora que já tem aqui

Gancho: "Você dirigiu 40 minutos até Sorocaba pra fazer o que existe a 5 minutos da sua casa." Gustavo mostrando a estrutura. Sem falar de procedimento.

Reel · pilar 1 · C1

3

Quanto tempo dura uma consulta aqui

Gancho: "Se a sua consulta dura 10 minutos, você não foi atendido. Você foi despachado." O inimigo aparece nomeado.

Reel · pilar 2 · C1

4

O primeiro especialista se apresenta

Quem é, o que faz, para quem faz, por que escolheu a Saluel. Nome e registro em tela. Primeira peça em que a clínica fala de clínica.

Reel · pilar 3 · C2

5

Como é a sua primeira visita, do portão à saída

Sete telas: chegada, recepção, a conversa antes do exame, o exame, o plano sem pressa, as dúvidas, a saída. Mata o medo sem prometer nada.

Carrossel · pilar 5 · C2

6

Por que ninguém fez isso em São Roque antes

Gustavo conta a origem: geriu duas clínicas, viu a saúde virar linha de produção e decidiu construir o oposto.

Reel · pilar 1 · C1

7

Tenho vergonha de mostrar minha boca

Gancho: "Você não vai ser julgado aqui." O especialista fala com quem adia por vergonha.

Reel · pilar 5 · C3

8

O que o paciente nunca vê

Bastidor: esterilização, preparo da sala, a conversa da equipe antes de o paciente entrar. Padrão sem falar de técnica.

Reel · pilar 2 · C2

Fora da cota: cada parceiro fechado ganha um vídeo em collab, gravado e editado pela 7Tima. Não entram nas 8 peças, são entrega adicional, e são a camada 4 da proposta ao parceiro. Formato: 30 a 60 segundos, os dois na câmera, uma dica prática da área dele, convite no fim. Nada de conteúdo clínico nesses vídeos.

Regras de produção

A pauta se corrige pela rua. A pesquisa de rua devolve toda semana o que a cidade respondeu. Na análise de sexta, o tema mais citado vira pauta na semana seguinte. O banco abaixo é ponto de partida, não sentença.
Próximos ciclos

Banco de temas

Ponto de partida dos próximos ciclos. O que os testes de agosto confirmarem entra na frente da fila.

Sua cidade tem

Gente, não dor de dente

Um especialista para cada

A vida de volta

Sem medo

A leitura

Os números do marketing

KPIAlvo
Leads qualificados no WhatsAppcrescendo a cada ciclo, 60 a 80/mês no ciclo 3
Custo por lead · clareamentoaté R$ 35
Custo por lead · protocoloaté R$ 90
Alcance de contas não seguidorascrescente
Receita com origem rastreada40% até o ciclo 3
Hipóteses, não promessas. Os alvos vêm do histórico de outros clientes da 7Tima; a Saluel não tem dado próprio ainda. O primeiro mês troca hipótese por número real. O que acontece depois do lead entrar (agendou, veio, fechou) é medido no documento Comercial.

O que preciso do Gustavo