O que a gente fala, para quem, e o que sai publicado neste ciclo. São doze ciclos por ano, um por mês: cada um é uma campanha que roda, é medida e ensina o próximo.
Uma serra, não uma curva: um mês puxado por ticket alto, um mês vazio. É a assinatura de um negócio que depende de quem aparece, não de quem é atraído. O objetivo não é bater recorde, é construir um piso, para o pior mês parar de ser R$ 6 mil.
"O problema não é gestão nem operação, é começo. Ninguém sabe que a gente existe."
Isso define tudo: o ataque é a conhecimento, não a conversão. Quando o paciente chega na Saluel, ele fecha. O buraco está antes.
Um ciclo por mês. Cada ciclo é uma campanha completa que roda, é medida e ensina alguma coisa. O ciclo seguinte não começa do zero: começa do que o anterior descobriu.
O ciclo entra com um tema e um conjunto de hipóteses sobre o que vai funcionar.
Oito peças saem de uma diária de gravação, distribuídas entre os pilares.
Toda semana, o que performou e o que não performou. Não se espera o mês fechar para corrigir.
O que funcionou vira regra do próximo ciclo. O que não funcionou sai. É assim que o método fica mais preciso a cada mês.
A Saluel não tem histórico próprio, então tudo aqui é hipótese até o primeiro número chegar. Estas são as apostas que agosto vai confirmar ou derrubar:
| Hipótese | Como se confirma |
|---|---|
| H1. "Sair da cidade para se tratar" é o gancho de maior alcance | Alcance em contas não seguidoras nas peças do pilar 1 |
| H2. Clareamento é a porta de entrada mais barata | Custo por lead comparado ao do protocolo |
| H3. O rosto do Gustavo performa melhor que peça sem rosto | Retenção e comentários, comparando os pilares 1 e 2 com o 5 |
| H4. O especialista assinando gera mais confiança | Salvamentos e conversas iniciadas nas peças do pilar 3 |
| H5. A objeção do medo trava mais que a do preço | Volume de resposta nas peças do pilar 5 |
Recorte preciso dentro do avatar do dossiê. Não é o avatar inteiro.
Mora em São Roque ou nos condomínios do entorno, renda média para alta. Já pega estrada para Sorocaba, Alphaville ou São Paulo para resolver saúde, e acha isso normal. Não é o ultra rico que busca nome famoso, nem quem escolhe pelo mais barato: é o meio termo que quer qualidade e confia em marca. Decide por confiança e costuma levar a família junto. Prova de que esse público existe aqui: a academia Lorde, premium para a região, teve procura muito acima do esperado.
| A dor | A objeção que trava |
|---|---|
| Ser tratado como número: sala cheia, agenda de 10 em 10 minutos | "Vão me empurrar tratamento que eu não preciso" |
| Precisar sair da cidade para tudo que é bom | "Em São Roque não tem esse nível" |
| A prótese que solta na hora de comer ou falar | "Já tentei antes e não deu certo" |
| Medo de dentista e do julgamento | "Vai doer" e "vou ser julgado" |
Sua cidade tem.
São Roque se acostumou a buscar fora o que é bom: roupa em Sorocaba, serviço no Catarina, saúde em São Paulo. Virou hábito, e o hábito virou crença. A Saluel existe para provar que a conta não fecha mais.
E o que ela traz não é só endereço novo: é um jeito de cuidar em que a pessoa é prioridade, com um especialista de excelência para cada necessidade, num lugar só.
Por que este e não outro. É fala literal do avatar, então não precisa educar ninguém sobre a dor. Roda com o que já existe (rosto do Gustavo, especialistas, bastidor), sem depender de prova social que a clínica ainda não tem. E é grande o bastante para sustentar mais de um ciclo: um tema pode atravessar vários meses, enquanto os testes de cada ciclo vão afinando como ele é dito.
O que a campanha vende, na prática, é uma avaliação. O paciente entra pela queixa dele e a Saluel resolve o resto ali dentro.
| Degrau | Papel | Verba |
|---|---|---|
| Clareamento | Captação. Desejo alto, decisão rápida, traz volume e caixa | 40% |
| Lentes e laminados | Desejo. Ticket médio, ciclo mais longo | 25% |
| Protocolo de carga imediata | Transformação. Ticket alto e a história mais forte da marca | 35% |
Cada peça nasce de um deles. Cada um tem dono, porque o Gustavo não fala de clínica: ele não é dentista e não tem registro em conselho.
| # | Pilar | Camada | Quem protagoniza |
|---|---|---|---|
| 1 | Sua cidade tem O que existe em São Roque que o morador não sabia: estrutura, equipamentos, cada especialidade que chega | C1 | Gustavo |
| 2 | Gente, não dor de dente Cultura, bastidor, o tempo de consulta, como a casa recebe. O anti linha de produção | C1 e C2 | Gustavo |
| 3 | Um especialista para cada Cada profissional se apresenta: o que faz e para quem faz. O hub deixando de ser conceito | C2 | Especialista, com registro |
| 4 | A vida de volta A transformação. Casos, depoimentos, o que muda no dia seguinte | C2 e C3 | Paciente e especialista |
| 5 | Sem medo Medo de dentista, "vai doer", "já tentei antes", como é a primeira visita | C2 e C3 | Especialista |
A Saluel é desconhecida, então o topo pesa mais neste ciclo. Conforme o público for aquecendo, o peso desce para o meio e o fundo.
Saluel: a clínica. Autoridade, especialistas, transformação, objeção (pilares 1, 3, 4, 5). Gustavo: o dono. Bastidor, cultura, construção do negócio (pilares 1 e 2), na lógica do João Adib para a CIMED. Nunca o mesmo post nos dois, e o perfil dele não publica conteúdo clínico.
6 reels, 1 carrossel e 1 estático, saindo de uma diária de gravação. Na ordem de publicação.
A frase do ciclo, sozinha, na identidade da marca. Posicionamento puro, sem oferta. Abre o mês nos dois perfis.
Estático · pilar 1 · C1
Gancho: "Você dirigiu 40 minutos até Sorocaba pra fazer o que existe a 5 minutos da sua casa." Gustavo mostrando a estrutura. Sem falar de procedimento.
Reel · pilar 1 · C1
Gancho: "Se a sua consulta dura 10 minutos, você não foi atendido. Você foi despachado." O inimigo aparece nomeado.
Reel · pilar 2 · C1
Quem é, o que faz, para quem faz, por que escolheu a Saluel. Nome e registro em tela. Primeira peça em que a clínica fala de clínica.
Reel · pilar 3 · C2
Sete telas: chegada, recepção, a conversa antes do exame, o exame, o plano sem pressa, as dúvidas, a saída. Mata o medo sem prometer nada.
Carrossel · pilar 5 · C2
Gustavo conta a origem: geriu duas clínicas, viu a saúde virar linha de produção e decidiu construir o oposto.
Reel · pilar 1 · C1
Gancho: "Você não vai ser julgado aqui." O especialista fala com quem adia por vergonha.
Reel · pilar 5 · C3
Bastidor: esterilização, preparo da sala, a conversa da equipe antes de o paciente entrar. Padrão sem falar de técnica.
Reel · pilar 2 · C2
Ponto de partida dos próximos ciclos. O que os testes de agosto confirmarem entra na frente da fila.
| KPI | Alvo |
|---|---|
| Leads qualificados no WhatsApp | crescendo a cada ciclo, 60 a 80/mês no ciclo 3 |
| Custo por lead · clareamento | até R$ 35 |
| Custo por lead · protocolo | até R$ 90 |
| Alcance de contas não seguidoras | crescente |
| Receita com origem rastreada | 40% até o ciclo 3 |